Khandra
Pashir entrou no quarto para conversar com Maisha, e eu permaneci do lado de fora, sentada em uma das cadeiras do corredor, ao lado de Maria. O hospital estava silencioso àquela hora da noite, iluminado por luzes frias que tornavam tudo ainda mais tenso. O cheiro de antisséptico misturava-se ao peso daquela situação que parecia não ter fim.
Ela me observava com atenção, como se estivesse me estudando. Eu também não desviava o olhar. Não gostei nem um pouco da forma como havia falado