Khandra
Assim que entramos na casa, Pashir fechou a porta atrás de nós com um movimento firme, como se quisesse isolar o mundo inteiro do lado de fora. Eu ainda carregava o peso dos dias no hospital com Omar, o cansaço físico, a tensão emocional… mas bastou ele me olhar daquele jeito para tudo isso se misturar com desejo.
Ele me puxou pela cintura e me jogou no sofá sem delicadeza alguma. Não foi violência — foi fome. Fome acumulada de dias em que o corpo precisou esperar enquanto a vida exigia