Sameik
Entrei no galpão lentamente, mas a minha presença já carregava toda a violência que eu estava tentando controlar desde o momento em que soube o que ele tinha feito. O ambiente estava vazio, silencioso, iluminado apenas por lâmpadas fracas que tremiam no teto, como se até aquele lugar soubesse que algo definitivo estava prestes a acontecer. No centro do espaço, suspenso pelas correntes enferrujadas, estava Zayan. Os braços abertos, o corpo pesado sustentado apenas pelos pulsos, o rosto