Angel
Se alguém me dissesse, há alguns meses, que eu ia chegar a um ponto da vida em que “dias bons” significariam trabalhar de casa, duas consultas semanais com uma psicóloga e o meu marido grudado igual sombra… eu teria rido.
Hoje, é exatamente isso. Os dias começam a passar de um jeito estranho, mas bom.
De manhã, eu abro o notebook na mesa do quarto ou no escritório da mansão e resolvo as coisas do trabalho à distância. Respondo e-mails, participo de reuniões por vídeo, reviso documentos.