Damon
A casa está quieta quando eu fecho a porta do quarto. Angel já está dormindo. Ou pelo menos parece. Está deitada de lado, o corpo virado para longe de mim, o rosto parcialmente escondido pelo travesseiro. A respiração dela é suave, regular. Talvez seja melhor assim.
A pancada do acidente ainda lateja em alguns pontos do meu corpo. O curativo na testa incomoda, o pulso enfaixado reclama quando mexo demais, os arranhões no pescoço ardem. Mas nada disso é o que mantém minha mente acesa.
É