Eliza
Então tomei coragem e chamei por ele o fazendo parar.
— Arthur!
Com um sorriso largo e perfeito ele me olha, e diz:
— Diga. Precisa de mais alguma coisa? — ele solta a maçaneta e já dava passos em minha direção quando o faço parar
— Sim. Preciso muito fazer isso. — falo e corro até a porta o abraçando apertado.
Ele envolveu seus braços na minha cintura retribuindo o carinho na mesma intensidade. Nossos olhares se cruzam por alguns instantes, olhávamos para os lábios um do outro e era com