Ferman Aksoy
Era tarde da noite, e a lua cheia pairava alta no céu, iluminando as ruas vazias enquanto eu dirigia em direção ao hotel clandestino onde Kemal Yildirim costumava se esconder. Meu coração estava calmo, mas minha mente, afiada como uma lâmina. As palavras do meu pai ainda ecoavam em minha cabeça. Kemal estava vivo e, pior ainda, Leyla e Nazli carregavam o sangue dele. Isso não importava para mim, mas importava o suficiente para ele usá-las em seus jogos sujos.
Estacionei o carr