DUDA NARRANDO:
Quando ele me entregou o copo, o líquido vermelho vibrante me chamou a atenção. Peguei o drink e sorri para ele, bebendo lentamente pelo canudo. A mistura era ardida, queimava a garganta e fazia os olhos lacrimejarem.
Horrível. Do jeito que eu gostava.
— Que delícia — falei, lambendo os lábios de forma provocante, o que fez o barman sorrir ainda mais.
Ele estava prestes a responder, mas, antes que pudesse dizer qualquer coisa, senti uma presença ao meu lado. Uma aura imponente,