RODRIGUINHO NARRANDO:
Eu andava de um lado para o outro no corredor do Hospital Ambrósio como um animal enjaulado, cada minuto que se passava parecia uma hora interminável.
O relógio na parede tic-tacava devagar demais, e meu coração batia tão forte que eu sentia o pulso nas têmporas.
Minhas mãos tremiam, os olhos ardiam de tanto segurar as lágrimas.
Eu não conseguia parar de imaginar Thalia lá dentro, desacordada, sangrando… e nosso bebê.
De repente, ouvi passos apressados no corredor.
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