ARCHER
Primeiro, eu paralisei. Depois, senti o sangue fervendo em minhas veias quando me dei conta de que tinha um homem debruçado sobre uma mulher, que não era qualquer uma, mas a minha noiva! E então, o chorinho dela.
Meus pés se moveram e eu o arranquei de cima dela, virando-o e acertando um soco no maxilar dele, sem a menor dó. E mais outro. Eve mais uma vez emitiu um som e eu me virei, vendo as lágrimas escorrendo pelo rosto dela, os cabelos bagunçados, o pescoço com marcas vermelhas.
—