Um arrepio percorreu a espinha de Arthur quando entrou no cômodo e acendeu a luz. Segurou Pérola mais perto de si, como se tentasse protegê-la. O silêncio era absoluto, apenas seus passos ecoavam pelo quarto. Percorreu o olhar pelo ambiente em busca de algo — não sabia exatamente o que procurava, mas tinha certeza de que havia um motivo para aquela porta estar aberta.
No criado-mudo próximo à cama, notou um envelope. Caminhou rapidamente até ele. No envelope, havia o desenho de um lobo e a pa