— Olá, bom dia! Me chamo Olivia. — Abro meu melhor sorriso para a moça que me recebe. Seus cabelos são escuros e estão presos em um coque alto. Com seus olhos castanhos e um rosto inexpressivo, ela me encara, perguntando silenciosamente o que eu quero estando aqui.
— O senhor Arthur se encontra? Gostaria de poder falar com ele, se possível. — Ao terminar de citar a última frase, a moça também termina sua avaliação com o olhar que me analisa da cabeça aos pés.
— Ele está em casa, sim, mas não po