— Irei ajudá-la, Maria Eduarda. — Verbena sentou-se ao meu lado, pegando minha mão de forma carinhosa.
— Não posso ficar aqui. A gente... Mal se conhece. Mas não sei se ainda tenho um celular... Não tenho meus pertences pessoais... Sequer sei se Andress guardou alguma coisa minha ou se livrou de tudo pensando que eu iria morrer.
— Infelizmente creio que ele tenha feito isto, Maria Eduarda. — Ela apertou a minha mão e suspirou. — No hospital todos comentavam o fato de ninguém a procurar. Parece