Observei atentamente o homem elegante e de presença marcante:
- Por que faria isto?
- Sou digamos... “Amigo” do homem que está dando a festa.
- Entraremos pulando o muro dos fundos? – Ri, já sentindo minha cabeça ficar mais leve por conta da bebida.
- Se você pulasse o muro dos fundos, o senhor Dulevsky me mataria. – Falou de forma séria.
Eu ri:
- Imagino que ele deva ser bem chato mesmo.
- Depende do ponto de vista. – Pareceu sincero.
- Eu sou Maria Eduarda. – Ofereci a mão a ele, que apertou-