Marcelo.
Dias depois...
Eu estava na casa de Mateus, aproveitando o tempo com meu sobrinho, que acabara de completar mais um mês de vida. O pequeno estava mais lindo do que nunca, com aqueles olhinhos curiosos que me faziam esquecer de todo o resto. Ele mexia as mãozinhas no ar como se quisesse agarrar o mundo, e aquilo mexia comigo de um jeito que eu não sabia explicar. Era como se tudo de ruim se afastasse só de estar ali, olhando para ele.
O ambiente estava tranquilo. A luz do fim da tarde a