Nicolas Santorini
Ao chegar na empresa, fui direto para minha sala. Mas, assim que abri a porta, vi Eduardo largado na minha poltrona, com os pés apoiados sobre a mesa e um sorriso despreocupado no rosto.
Soltei um suspiro, fechando a porta atrás de mim.
— Quantas vezes eu já te falei para não invadir minha sala como se fosse sua?
Eduardo deu de ombros, sem se dar ao trabalho de se mexer.
— Ah, relaxa, cara! Sua cadeira é confortável demais para eu resistir.
— Eu ainda vou instalar um sensor qu