— Eu estou amaldiçoado, — digo assim que ela começa a se recuperar do orgasmo — condenado a te amar, não importa quanto tempo passe.
Elisa me olha confusa e eu continuo.
— Se for para me julgar ou me culpar de alguma coisa, culpe-me e julgue-me como covarde que eu sou, — olho em seu olhos, agora é hora da verdade — desistir do nosso amor, por que sou covarde. Sei que você não me traiu, mas preferi acreditar que sim, era mais fácil para mim. Como poderia ser possível uma mulher incrível como voc