Deitado na cama dela, senti o peso do cansaço e do dia tumultuado, mas ali, com Isadora atravessada na cama e a cabeça apoiada na minha barriga, tudo parecia mais leve. Meus dedos brincavam com uma mecha dos cabelos dela, longos e macios, enquanto o silêncio confortável nos envolvia. Até que, de repente, ela o quebrou:
— Como a Juliete está? — perguntou, a voz baixa, mas firme.
Suspirei antes de responder, sabendo que a conversa que viria não seria fácil.
— Confusa, o que era esperado. Fizeram