Mundo de ficçãoIniciar sessãoAcordo com o peso leve de um corpo pequeno escalando minhas costelas.
— Papai. — A voz de Alice é um sussurro decidido. — Papai, acorde.
Abro um olho, depois o outro. Meu quarto ainda está mergulhado na meia-luz da manhã. E lá está ela: o cabelo castanho claro preso num rabo torto, a camiseta rosa amassada, o olhar sério como se estivesse prestes a assinar um acordo de paz internacional.
— Que horas são? — pergunto, a voz rouca, passando a mão pelo rosto.
— É hora do café da manhã. — Ela segura meu queixo com as duas mãos. — Eu quero panquecas.
Sorrio. Não importa o quão cansado eu esteja, n&a







