341. O AMANHECER

CLARIS:

Eu me sentia muito bem, demasiado bem. Dormia profundamente, envolta em seus braços. Não entendia o que me acontecia; não gostava de dormir com ninguém, mas com meu chefe tinha a sensação de que já tinha estado com ele antes. Essa impressão não me deixava. Quando as primeiras luzes do amanhecer começaram a aparecer pela janela, deslizei devagar para fora da cama e, por um momento, fiquei olhando seu rosto; parecia feliz. Ele se mexeu e eu saí correndo antes que acordasse. Que loucura eu havia cometido?  

Ao sair, quase choquei com o senhor Fenris, que me olhou surpreso. Traga-me, terra! E como se isso não fosse suficiente, atrás dele estavam o senhor Rafe e a babá, ambos com a testa franzida.  

Paralisada pelo peso de seus olhares, tentei articular alguma desculpa, mas minha língua se sentia como um nó. Meu cabelo bagunçado e minha
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