137. A TRAIÇÃO
CLARIS:
Sentia a marca dele a arder, não apenas no meu pescoço, mas no mais profundo da minha alma. Era como se a mordida tivesse quebrado algo dentro de mim, mas também selasse uma conexão que me inclinava para um destino que eu não queria aceitar. Toquei a marca, sentindo como vibrava com energia e como, apesar de tudo, me chamava para ele. Para Kieran. Odiava-o... ou pelo menos, queria acreditar nisso. A minha loba, aquela parte de mim que partilhava a minha essência com ele, não parava de r