Acordo com alguém me balançando e me chamando pelo nome. Viro pro outro lado, cobrindo minha cabeça e ignorando a voz que discerni sendo masculina. Só pode ser meu pai. Não estou com ânimo para falar com ele. Mas, vejo que não conseguirei fugir disso quando começa a me balançar com rapidez.
— O que foi? — Pergunto secamente.
— Seu noivo quer se encontrar com você a sós. — Me sento no mesmo momento em que fala. — Se apronte para isso.
— Não. Não quero me encontrar com ele. — Digo cruzando os bra