Perola Campbell
Apolo segura o meu rosto em concha e me beija, primeiro com delicadeza, mordiscando o meu lábio inferior. Logo as coisas esquentaram e meu agarro ao seu pescoço, pressionando os seios em seu peito. A língua invade a minha boca e eu quero me inundar dele. Rebolo contra o seu quadril, mas ele segura a minha cintura e me afasta.
— Você queria ir devagar.
— Devagar é superestimado — falo dando de ombros.
Ele acaricia a minha bochecha.
— Você se alimentou? Dormiu? Melhor pararmos, o