Apolo Beaumont
Sinto o lado do meu corpo dormente e não consigo me mexer, isso é a primeira coisa que me acorda, a segunda, é o leve ressonar do meu lado. Perola dorme apoiada em mim, com a boca levemente aberta e uma pequena poça de baba em meu peito.
Afasto os fios de cabelo do seu delicado rosto e ela ronca alto como um porquinho. Com cuidado, saio da cama sem acordá-la, ou melhor, tento. Com a perna e o braço dormente, caio de bunda no chão, acho que ela vai acordar, mas só se agarra ao tr