Os cantos dos lábios de Eliane se elevaram quando me mostrou um sorriso mordaz. Eu odiava quando ela sorria assim, como se já tivesse ganhado o mundo. Como se soubesse exatamente onde me atingir.
Meu celular tocou, e seus olhos correram para a tela, enquanto ignorei a chamada do Fernando.
- Você ainda gosta dele né? - Eliane se inclinou sobre a mesa como se tivesse vencido. A bile ameaçou subir pela a minha boca.
- Os únicos sentimentos que sinto pelo seu filho são: magoa, raiva e desprezo. - C