Capítulo 63
O sol ainda não havia nascido quando Sofia despertou. A luz azulada da madrugada entrava pelas frestas da cortina, e o quarto estava silencioso, exceto pela respiração tranquila de Bruno, que dormia ao seu lado.
Ela abriu os olhos devagar, com o coração leve, como se tivesse acabado de voltar de um lugar sagrado. Levou a mão à barriga, onde os gêmeos repousavam em paz, e sorriu. O sonho ainda estava fresco em sua mente — tão real, tão vívido, tão cheio de significado.
Viro