Capítulo 86
O galpão estava cercado. O cheiro de pólvora ainda pairava no ar. O atirador, ferido no ombro, gemia no chão, enquanto os policiais o algemavam com firmeza. A arma de Leo Bragança já havia sido recolhida, mas o olhar dele continuava em chamas.
O delegado se aproximou, analisando a cena com olhos experientes. Reconhecia Leo de longe — o empresário poderoso, o patriarca da família Bragança. Mas ali, diante dele, não estava um magnata. Estava um pai desesperado.
— Senhor Brag