Mundo ficciónIniciar sesión- Então, o Emir não virá para ficar com o filho ? Mesmo com o irmão dele fazendo todos estes atentados contra Naeem? E porque ele ainda não decapitou esse irmão covarde e traidor? Aqui não é A lei do Talião que vale?
Lucas pensou no padrão, o pai biológico, apesar de amar a criança como Lucas percebera, era distante e não ficava tempo suficiente ao lado de seu filho. Como era antes do acidente, então aquilo Lucas precisava mudar. Ia falar com o patrão assim que o visse. O bem estar de Naeem era mais importante do que qualquer punição que receberia ao ser franco demais com o homem mais poderoso daquela região.
- O patrão está no meio de uma ...negociação muito importante e virá em breve.
- Ele precisava ter vindo junto, estar ao lado de Naeem e mostrar que não o abanonou mais uma vez.
Lucas, amava organizar as inumeras guarnições do almoço de forma harmonica, por cores e formatos em cima da mesa de madeira arrumada por Ren. Portanto, estava de cabeça inclinada foco nas coisas que tinha nas vasilhas como Ren ensinara.
Ren era um mordomo excepcional de mil e uma utilidades. Ele também sabia lutar e era muto rápido em pegar olhares e mensagens não ditas verbalmente.
-Menino, voçê realmente foi um soldado? Um membro da realeza jamais viaja com seu herdeiro por causa dos atentados. Se acontecer algo, pelo menos um deles levará adiante a linhagem. O patrão sempre tem Naeem como prioridade, por isso ele mandou o pequeno conosco e com o melhor de todos guarda-costas. O comandante Kael.
- A lei de Talião não é dessa região do pais.
Lucas saltou, o corpo todo como se tivesse eletrizado batendo no balcão atras dele ao ouvir a voz grave e baixa acima da cabeça dele. Devagar, seus olhos subiram até scannear o homem enorme, perigoso, que fez todo o ar da sala parar como o "deus da guerra " que ele era. O ambiente pareceu pequeno com a presença dominadora e Lucas teve de erguer a cabeça para tirando seus fios loiros dos olhos para poder enfrentar os olhos de leopardo -ou melhor de Leão de juba negra-aqueles olhos não eram redondos mas lindamente puxados, intensos e que pareciam tão perfeitamente exóticos. Os seus eram mais retos mais comuns.
Ficou tão fora de si com aquele poder contido num pacote completo de ir para uma guerra; tanque no abdômem, peitorais absolutos duros e fortes como dois escudos , pernas longas com coxas potentes que podiam dar chutes de quebrar muros e ossos de assassinos de inocentes como arietes, e havia aquelas mãos tatuadas grandes como o martelo de Thor que podiam segurar um pescoço inimigo e faze-lo desmaiar ou quebrar ossos de assim como criar arte e segurar com amor um garotinho com transtorno fazendo-o se sentir protegido de todo mal. Não percebeu o quanto o estava encarando sem piscar até escutar um pigarro e um risinho de Ren.
-Vamos vamos está na hora do patrãozinho comer sr.Wang.
Morto de vergonha o rosto em carmesim, Lucas apressou-se em fazer seu trabalho, e aterrisar de traseiro depois de Ren estourar sua bolha feliz. Precisava dar almoço ao pequeno príncipe e ainda leva-lo para uma soneca.
-Ah, oh sim, vou fazer isso neste momento. Obrigado.
Quando Lucas se afastou e esticou a mão em direção de Naeem e este a segurou ele o levou para lavar-se antes do almoço. Sem poder encarar o comandante Kael se afastou depressa.
-Rendfild, o que está fazendo?
O aviso e tom de voz poderia fazer qualquer outro homem tremer mas não Ren.
-Sabe Kael, acredito no destino. Temos coisas boas acontecendo aqui. Foi uma idéia correta a minha de traze-los para cá.
- Não seja um velho gagá impertinente!!
A resposta séria e sisuda fez Ren rir muito mais.
Na semana seguinte, fim de tarde, Lucas havia saído para dar uma volta nos arredores, de reconhecimento. Já havia dado jantar, contado histórias e brincara com o pequeno e após o banho em Naeem - na banheira de porcelana branca, luz led roxa na base que fazia o ambiente ao redor refletir aquela cor para relaxar a criança- a ele também. Refletia sobre as conversas com Ren, que se tornava a cada dia como uma figura amiga e de confidencias, como duas velhas comadres que não se viam ha semanas ele sempre ia ajudar o mordomo na cozinha e acabavam conversando sobre Naeem, sua forma de ajudar o desenvolvimento da criança e claro sobre o comandante Kael.
Durante o dia em que ele estava junto de Naeem, Lucas sabia que poderia se concentrar em outras atividades e conhecer o terreno embora nunca fosse muito longe. As vezes levava Naeem para uma caminhada mas sempre escoltado por dois dos soldados de Kael ou dele proprio.
Lucas ficara feliz em ver parte da villa do Emir e seu povo simpático e protetor. Ren havia dito que aquelas pessoas se prontificaram a vigiar a chegada de estranhos ou qualquer enviado do irmão do Emir que pudesse aparecer. Com a criança dormindo tranquilo no quarto ele se deu ao luxo de fazer um caminhada novamente. descendo os degrais de pedra até o patio e a estradinha do poço de pedra ancestral.
Distraído, não entendeu o que escutou até que de novo o som de rosnado se repetiu. Lucas imediatamente ficou alerta, procurando de onde vinha o rosnado ameaçador e pensando em uma estratégica rápida de fuga ou enfrentamento quando ele o viu. Um felino enorme, maior do que ele com certeza, olhos claros azulados, parte do peito e queixo e barriga eram pelos claros com escarssas pintas pretar e nas costas e restante pelo alaranjado e pintas negras em um desenho hipnótico. Lucas fez a unica coisa que conseguiu pensar correu como se sua vida dependesse disso e dependia porque o enorme dente-de -Sabre do desenho da Era do gelo estava em seu encalce. Lucas só pensou em leva-lo para longe da casa, de Naeem. Então um barulho de cascos.