Alex veio nos buscar por volta das onze e meia da manhã, chegou na porta de minha casa, dirigindo um Celta prateado.
Desceu, abriu a porta para nós e sorriu para mim. Fiquei meio desconcertada, mas acabei sorrindo de volta.
— Oi — ele balbuciou, tinha carinho em seu tom de voz.
— Oi, motoboy — respondi, um pouco melosa.
Deus, o que estava acontecendo comigo?
— Oi, Clara — saudou minha amiga, todo simpático —, como você está?
— Estou bem — ela respondeu —, e você?
— Pra ser sin