Luan
Olho pro meu relógio. Já era quase hora de sair de casa.
— Você tem que buscar seu terno na alfaiataria. — Minha mãe disse.
— Tá bom, busco no horário do almoço. — falei.
— Tá bom querido. — ela disse e me deu um beijo na bochecha.
Depois do café fiquei esperando meu pai do lado de fora de casa. Ele não demorou muito e saiu ajeitando a gravata.
— Sabe aquela festa de renovação de votos? — meu pai disse assim que entrou no carro.
— Seu casamento com a minha mãe? — perguntei.
—