Clarice piscou lentamente, enquanto seus olhos se ajustavam à fraca luz que balançava no teto. Apenas algumas lâmpadas amareladas iluminavam precariamente o enorme espaço vazio. Ao redor, pilhas de objetos velhos e esquecidos lançavam sombras deformadas pelas paredes do armazém, criando um cenário quase surreal.
Bem no centro do armazém, Teresa estava de pé. Sua silhueta, alongada pela luz, parecia ainda mais solitária e cruel.
De costas para Clarice, Teresa girava uma faca afiada entre os d