XVII

CLINT SONHAVA SONHOS DE SUA INFÂNCIA. Era algo relacionado à uma briga; memórias deixadas em um baú, largadas para serem corroídas pelo envelhecimento. Não deveriam ter saído dali. Porque o fizeram, ele não conseguia se lembrar. Virou-se na cama e abraçou o travesseiro. Resmungou pedidos de socorro e cobriu a cabeça com o lençol. “Não, por favor...”, sussurrou para o tecido

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