Passaram-se alguns dias e, felizmente, Celina estava melhorando. Seus machucados estavam cicatrizando, mas, depois de socorrê-la e me certificar de que ela se recuperara, me mantive firme no propósito de evitá-la. Acreditei que era o melhor para todos.
Cheguei em casa tarde da noite, cansado, mas com a determinação de colocar minha estrelinha para dormir. Abri a porta do quarto de Sofia e, ao vê-la acordada, notei que Celina não estava ali.
— Papai! Você chegou! Sente-se aqui co