Abri a porta devagar, sem fazer barulho. O quarto de Sofia estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas pelo abajur fraco ao lado da cama. Pelos cantos, brinquedos espalhados. Sofia dormia encolhida envolvida no cobertor florido, os cabelos espalhados pelo travesseiro e o braço agarrado à sua boneca preferida enquanto Celina estava sentada na cadeira ao lado de sua cama.
Eu dei aquela boneca a ela. Lembro-me do dia, seus olhos brilharam de encanto enquanto rasgava o papel de presente. A