— Joana, vira o carro. Vamos voltar. — A voz saiu de mim com uma urgência que eu não sabia de onde vinha. Era uma mistura de desespero e necessidade. Joana virou o volante, e senti o carro fazer uma curva brusca.
— Imediatamente, Celina. Tomara que ela fique bem até chegarmos — Joana me respondeu com os olhos vidrados na estrada e o pé fincado no acelerador. A angústia que queimava dentro de mim, estava clara, refletindo em seus olhos.
— Tomara mesmo, Joana. Por favor vá mais rápi