Dirigir para casa na hora do almoço deveria ser um momento de alegria e euforia, considerando a importante conversa que tive com Diana. No entanto, meus pensamentos estão em um turbilhão, concentrados em Diana.
O toque do volante sob minhas mãos parece distante, como se meu corpo estivesse presente, mas minha mente ainda estivesse envolvida com a presença de Diana. Sinto uma mistura de sentimentos: compaixão por ela, preocupação com o bebê e, ao mesmo tempo, uma estranha sensação em relação à D