BRUNO
Quando saí do hospital, já era sete horas da manhã, deixei minha mãe dormindo, procurei uma enfermeira e passei meu telefone, pedindo que me ligasse quando tivesse alguma novidade no quadro de saúde dela e fui embora. No caminho de volta para casa, senti meu celular vibrar, resgatei o aparelho de dentro do bolso da calça e vi o nome de Ester piscando na tela.
— Alô? Ester?
— Sou eu, tio Bruno.
— Caetano, aconteceu alguma coisa?
— Não.
— Por acaso sua mãe sabe que você está me ligando?
— T