Capítulo 11

Luciele

“Um dia me disseram

Que as nuvens não eram de algodão

Um dia me disseram

Que os ventos às vezes erram a direção”

Somos quem podemos ser - Engenheiros do Hawaí

Acordei mais uma vez. Devia ser madrugada, porque minha mãe ainda dormia profundamente. Aos poucos, meus olhos permaneciam abertos por mais tempo, fixando-se melhor no ambiente escuro. Eu ainda estava no hospital, com acesso no dorso da mão esquerda.

Sentia-me mais ativa e ansiosa para sair dali. Chamei minha mãe, percebendo que minha voz já estava bem mais firme.

— Minha filha, você está bem? Está sentindo alguma coisa? — ela acordou num pulo, visivelmente preocupada.

— Mãe, estou ótima! — respondi, com uma energia que nem eu sabia de onde vinha. — Preciso comer. Tem comida aqui? — perguntei sorrindo.

— Vou perguntar para as enfermeiras — disse ela, saindo apressada, enquanto eu me acomodava na cama, sentada.

Tive alguns flashes de memórias, sem saber se eram reais ou falsos. Precisava esclarecer algumas coisas que surg
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