O domingo se arrastava em um ritmo lento e quase entediante no Mercy Hospital. O som dos passos ecoava pelos corredores praticamente vazios, e o silêncio reinava nas áreas de descanso. A atmosfera ali era completamente diferente do que eu estava acostumada no São Lucas, onde o caos geralmente se instalava nos finais de semana. Aqui, tudo parecia calmo demais, quase surreal para um hospital. Por um lado, era um alívio não ter que lidar com a pressão constante de casos críticos, mas, por outro, e