Lorenzo Narrando…
Por um instante, meu cérebro recusou a aceitar o que meus olhos viam. Gregóry ali, de pé no meio da minha sala, naquela casa que ainda cheirava a novo. A lógica gritava que era impossível. O passado deveria permanecer enterrado onde eu mesmo o coloquei.
Mas ele estava ali.
— Isso é algum tipo de brincadeira de mau gosto? — perguntei, a voz baixa, calculada, embora meu pulso já denunciasse a descarga de adrenalina. — O que você está fazendo aqui, Gregóry?
Ele inclinou levemente