Dante Montenegro sempre acreditou que informação era uma forma de poder.
Saber antes, saber mais, saber melhor. Era assim que conduzia negócios, antecipava riscos, neutralizava ameaças. Nunca fora um homem impulsivo. Cada passo era calculado, cada decisão, sustentada por dados.
Com Isabel Duarte, não seria diferente.
Ele não a procurou. Não ligou. Não tentou contato direto. Ainda não. Antes disso, precisava entender quem ela era. Não por curiosidade banal, mas por necessidade. Se havia um