Thomas
— Judith, abra os olhos. Olhe para mim — peço docemente e uma pequena brecha castanha me encara. Contudo, sua visão parece turva e eu penso que ela ainda está presa em seus delírios febris. — Sente-se, precisa tomar um remédio para baixar a febre.
— A minha cabeça está doendo.
— Logo tudo isso vai passar — falo enquanto ela engole o comprimido.
— Estou com frio.
— Vem aqui! — A puxo para os meus braços, livrando-me do copo e ela se aconchega junto ao meu corpo. — Vai passar! — sibilo, en