Foram dois carros rumo à Faria Lima.
O de Paola e Lívia seguiu à frente, escuro, discreto, como quem não precisa ser visto para mandar. O nosso veio logo atrás.
Constantino dirigia. Não por hábito, por necessidade, dessa vez a máscara subiu novamente e ele ansiava por ter controle. As mãos rígidas no volante, os olhos atentos demais ao retrovisor, como se o perigo não estivesse à frente, mas nos alcançando. O silêncio dentro do carro não era confortável, mas tenso, carregado de coisas que nenhu