Tony desce da moto e vai chegando cada vez mais perto.
— Você está bem? — Karen pergunta.
— Não. Porque a ambulância?
— Para Jéssy.
Ele franze a testa, vai até à porta traseira, Jéssy está sentada sendo suturada no braço.
— Oi. — Fala Jéssy.
— Amor.
Abraça a moça com força chorando:
— Pensei ter te perdido.
— Como vê, ela está bem. Deixe a enfermeira terminar a sutura. — Fala Karen.
Ele a solta a contragosto.
— Eu vi sangue, parecia sair da sua cabeça.
— Acertaram meu braço. Caí com a cabeça em