Sarah
Os sons que oscilam a minha volta, aumentam ainda mais a tensão que me consome cada nervo do corpo. Eu sinto, através do tecido fino de meu vestido, o suor começar a descer por minhas costas.
Não consigo ver nada além dos vultos que o saco de pano em minha cabeça permite. Já não ouço a voz de Samuel desde que eles me fizeram entrar tropeçando para o que eu acredito ser um carro.
Uma bile amarga me sobe a garganta e fecho meus punhos com força, para não vomitar, a lembrança de como tudo ac