Sarah
“Algo pesa em minha mão, mas não consigo abaixar meu olhar para ver o que é. Eu caminho, mesmo que não entenda para onde estou indo. Os corredores em que estou parecem conhecidos, os ladrilhos escuros de uma parede, me remetendo a algo muito antigo em minha memória. Mais uma vez, tento pensar, rever, o que é, mas não consigo distinguir o que é.
Minhas pernas batem em algo e me abaixo, pegando algumas folhas, as letras nela, sendo algo que eu reconheço bem. Eu identificaria o autor dessas