Sarah
O jardineiro, um senhor atarracado e de olhos castanhos claros, que agora sei se chamar Sandro, me olha como se eu tivesse acabado de criar chifres.
— A senhora quer o que? — ele guincha, os olhos se desviando para a terra pronta que ele estava para mexer.
— Jogar as cinzas, no canteiro que está preparando. Eu pesquisei, é possível. — Digo, tentando não soar desesperada.
Rui ao meu lado se remexe, um pouco impaciente.
— Senhora... tem certeza? — ele me indaga, o sotaque mal trabalhad