Nina
Os espasmos demoram a me abandonar e eu apoio minha cabeça na parede as minhas costas, sentindo-me ainda muito desconexa com a realidade, para fazer qualquer outra coisa que não seja arfar.
Dylan se levanta, a língua lambendo os últimos resquícios do meu gozo em sua boca e se eu achava que meu orgasmo serviria para aplacar o desejo por ele, eu estava muito enganada, pois só olhá-lo agora, já recheia minha mente com as mais devassas imagens.
Puxo-o pela camisa, sorrindo languidamente e acre