Ao ouvir suas palavras, desta vez, sou eu quem paralisa. O encaro, as sobrancelhas arqueadas, tentando decifrar a sua reação. Abro a boca para questioná-lo, mas ele me interrompe antes que as palavras saiam.
— Ava, querida, eu te amo muito. — afirma, sentando-se ao meu lado. — Mas eu vou acabar com o seu pai!
— O quê?! Eu te conto que estou grávida e você quer fazer isso?
— Acha que não deveria? Meu amor, seja sincera, ok? Qual a chance de você ter cometido os crimes pelos quais está sendo ac