O som insuportável da campainha me arranca do sono profundo. Eu olho para o relógio de cabeceira: 2h34 da manhã. Quem estaria me perturbando nessa hora? Com um suspiro pesado, me arrasto até a porta, ainda meio atordoado. Ao abrir, encontro Damien parado ali, com a expressão fechada, como se estivesse carregando o peso do mundo.
— O que aconteceu? — Pergunto, tentando esconder a irritação pela madrugada interrompida. — Isso é uma emergência?
— Pode me deixar entrar? — Ele quase implora, a voz b